Trabalho com a abordagem histórico-cultural, que entende o ser humano como histórico, ativo em seu contexto, que se desenvolve sobre bases materiais concretas e em mediação de instrumentos da cultura e das relações sociais que se constituem em seu meio. Nessa perspectiva, o psicólogo é um companheiro dinâmico, que acolhe, escuta, desmistifica, desnaturaliza, informa viabiliza a pessoa a produzir novas maneiras de pensar e a ressignificar suas experiências.
Aborda-se questões em torno de experiências, vivências, personalidade, emoções, sentimentos, comportamentos, singularidade, atividades, relações sociais, consciência, entre outras. Como não se trabalha a ideia de “cura” em psicoterapia, o foco se direciona para tomadas de consciência sobre si e o mundo, afim de desenvolver estratégias para superação de obstáculos subjetivos que podem afetar a vida cotidiana, o desenvolvimento e o bem estar de quem busca a psicoterapia.
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